Dias estranhos - A vergonha do lugar onde se mora
Dias estranhos acontecem, e nunca são únicos, nunca vêm sozinhos.
Hoje tive que sair, e, após uma conversa com um amigo meu semana passada, toma cada vez mais espaço na minha vida a constatação de que a cidade onde nasci e ainda moro é um lixo. Nunca fui muito sociável, e continuar morando aqui está me dando fobia de gente. Gente feia, fedida, ignorante, fuxiqueira, de uma pequenez na mente... A cidade em si não é tão ruim, apesar de eu odiar o clima absurdo de calor que faz aqui, mas o que acaba de vez com tudo é o povinho que vive aqui... Povinho no sentido pejorativo mesmo, porque é um povinho, que se contenta em viver num lugar imundo e sem cultura, achando que é um lugar maravilhoso. Ninguém estuda, ninguém almeja um bom emprego, anda-se de bicicleta no meio da rua, na contra mão, as meninas aprendem a se vestir e a se portar como prostitutas desde cedo (e há várias com mil filhos em volta nas ruas), falam errado, têm péssimas maneiras, educação é uma coisa que não existe aqui...
Pois eu odeio esse conjunto, com todas as minhas forças, e que grata surpresa quando as pessoas me dizem que não parece que eu sou daqui desse inferno! Eu adoro quando isso acontece, considero o maior elogio que alguém possa me fazer.
Ah, e alguém que invente de falar mal daqui... é quase que linchado! Isso aqui não existe, é surreal demais, e eu me pergunto muito o que as famílias européias dais quais sou descendente dos dois lados vieram fazer aqui, POR QUE PARARAM AQUI...
Bom, o que importa é que vislumbro reais chances de realmente ir embora daqui, e preciso agir em prol disso. Só voltaria mesmo para ver a minha vó e meus demais parentes, que, apesar de serem pessoas que eu adoro, fazem parte do “esquema”, e nunca cogitarão de deixar esse lugar.
É uma pena.... parece que há uma mistura da ação de um imã com lavagem cerebral que puxa e mantém as pessoas aqui, pois elas perdem (ou nunca adquiriram) o senso mínimo para identificar que há coisas muito erradas em todos os cantos desse lugarzinho sem-vergonha....
Hoje tive que sair, e, após uma conversa com um amigo meu semana passada, toma cada vez mais espaço na minha vida a constatação de que a cidade onde nasci e ainda moro é um lixo. Nunca fui muito sociável, e continuar morando aqui está me dando fobia de gente. Gente feia, fedida, ignorante, fuxiqueira, de uma pequenez na mente... A cidade em si não é tão ruim, apesar de eu odiar o clima absurdo de calor que faz aqui, mas o que acaba de vez com tudo é o povinho que vive aqui... Povinho no sentido pejorativo mesmo, porque é um povinho, que se contenta em viver num lugar imundo e sem cultura, achando que é um lugar maravilhoso. Ninguém estuda, ninguém almeja um bom emprego, anda-se de bicicleta no meio da rua, na contra mão, as meninas aprendem a se vestir e a se portar como prostitutas desde cedo (e há várias com mil filhos em volta nas ruas), falam errado, têm péssimas maneiras, educação é uma coisa que não existe aqui...
Pois eu odeio esse conjunto, com todas as minhas forças, e que grata surpresa quando as pessoas me dizem que não parece que eu sou daqui desse inferno! Eu adoro quando isso acontece, considero o maior elogio que alguém possa me fazer.
Ah, e alguém que invente de falar mal daqui... é quase que linchado! Isso aqui não existe, é surreal demais, e eu me pergunto muito o que as famílias européias dais quais sou descendente dos dois lados vieram fazer aqui, POR QUE PARARAM AQUI...
Bom, o que importa é que vislumbro reais chances de realmente ir embora daqui, e preciso agir em prol disso. Só voltaria mesmo para ver a minha vó e meus demais parentes, que, apesar de serem pessoas que eu adoro, fazem parte do “esquema”, e nunca cogitarão de deixar esse lugar.
É uma pena.... parece que há uma mistura da ação de um imã com lavagem cerebral que puxa e mantém as pessoas aqui, pois elas perdem (ou nunca adquiriram) o senso mínimo para identificar que há coisas muito erradas em todos os cantos desse lugarzinho sem-vergonha....
